Apesar do retorno não ser um elemento importante na suspeita de febre do Zika e na febre do chikungunya em pacientes que não fazem parte de grupos de risco e não tenham sinais de gravidade, na dengue a situação é diferente. Mesmo em pacientes do grupo A, é importante a reavaliação clínica do paciente pelo menos no momento de defervescência (para avaliação da presença de sinais de alarme) ou se a febre persistir por cinco dias ou mais (para diagnóstico diferencial com outros agravos febris).
A falta de reavaliação clínica na dengue pode atrasar a detecção de um sinal de alarme e/ou de outro agravo infeccioso, com consequências potencialmente deletérias ao paciente.