Ressalta-se a importância na vigilância do óbito materno em 2009, pois a partir do acompanhamento contínuo dos casos foi possível mapear os efeitos dessa doença no grupo de gestantes e atribuir o aumento de casos a esse agravo, enquanto os dados da OMS apresentam uma tendência de queda diferente dos dados sobre mortalidade materna ajustados pelo Brasil considerando o momento epidemiológico (BRASIL, 2016).
