OXIGENOTERAPIA

UFC
CONCEITOS E PRINCÍPIOS

A oxigenoterapia consiste na administração de oxigênio, como forma terapêutica, em concentração superior à encontrada no ar ambiente. Essa administração pode ser feita por meio de cateter nasal, cânula nasal, máscara facial ou de Venturi, dentre outras. O uso de oxigenoterapia em AD é mais frequente nos casos de insuficiência respiratória crônica resultante de lesões pulmonares irreversíveis.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é um estado patológico caracterizado por limitação do fluxo de ar que não é totalmente reversível. Essa definição é uma descrição ampla e mais moderna da DPOC que explica melhor esse distúrbio e seus sinais e sintomas.


A avaliação da qualidade e da extensão da troca gasosa pulmonar e do equilíbrio acidobásico pode ser obtida por Gasometria Arterial (GA).

A GA mede a pressão arterial do oxigênio (PaO2), a saturação arterial do oxigênio (SaO2), a pressão arterial do dióxido de carbono (PaCO2), o potencial de hidrogênio iônico (pH) e o nível de bicarbonato (HCO3).

Os valores normais de GA são:



A avaliação da eficácia da oxigenoterapia, especialmente na pessoa com quadro clínico estável, pode ser feita pela oximetria de pulso.