OXIGENOTERAPIA

UFC
SISTEMAS E DISPOSITIVOS PARA OXIGENOTERAPIA

A oxigenoterapia pode ser aplicada por dois tipos de sistemas:

Os dispositivos que utilizam sistema de baixo fluxo suprem oxigênio com fluxos inferiores ao volume inspiratório da pessoa, geralmente de 1 a 10 litros por minuto. O volume restante é carreado do ar ambiente, dificultando especificar fielmente a fração de oxigênio inspirado (FiO2) que está sendo administrada à pessoa.

Os dispositivos que utilizam sistemas de alto fluxo suprem oxigênio o suficiente para oferecer duas a três vezes o volume inspiratório da pessoa. São adequados para aquelas com necessidades elevadas de oxigênio, uma vez que administram oxigênio a 100% e mantém 100% de umidificação, o que impede o ressecamento das mucosas.

Tipos de Dispositivos


Cânula e cateter nasal:

A cânula nasal varia de tamanho se utilizada para adultos ou para criança. Toma-se a medida da ponta do nariz até o início do conduto auditivo como referência para introduzi-la, sendo fixada com fita cirúrgica. O profissional deve orientar quanto à formação de crostas que possam obstruir o fluxo de oxigênio.

O cateter nasal, tipo óculos (também denominado pronga nasal) é menos invasivo e não exige fixação com fita cirúrgica, uma vez que é ajustável à cabeça da pessoa.



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Máscara facial:

A máscara facial substitui a cânula e o cateter nasal quando o oxigênio é utilizado em concentrações a partir de 40%.

Máscara de Venturi:

A mascara de Venturi é utilizada quando a concentração de oxigênio deve ser constante, como por exemplo, pessoas com DPOC. Ela libera uma concentração exata de oxigênio, independentemente do volume administrado.


Há duas saídas para expiração, por onde o gás em excesso é retirado da máscara (portas de expiração). É leve e bem tolerada pelas pessoas, protege contra dosagens nocivas de oxigênio, porém desloca-se facilmente, dificulta a fala e impossibilita a pessoa de se alimentar enquanto a utiliza.


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