CASO CLÍNICO
Joana é uma adolescente de 19 anos, com antecedentes de paralisia cerebral. Há um mês apresentou quadro de infecção respiratória e desde então vem sendo acompanhada pela Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar (EMAD). A infecção respiratória foi tratada, mas na última visita domiciliar, a sua mãe, Fabíola, relatou que, na última semana, a filha acordou duas vezes à noite, com tosse seca e respiração “ofegante”. Como Joana já havia apresentado episódio semelhante anteriormente, Fabíola administrou a “bombinha” que tinha em casa por duas noites e ainda necessitou administrar a mesma medicação por mais três dias, durante as manhãs. Fabíola relata que Joana melhora com o uso da “bombinha”. Nega febre e outros sintomas.
Joana mora com sua mãe, Fabíola, seu pai, Timóteo, e um irmão de cinco anos. Na última semana, o domicílio da família estava sendo reformado. Timóteo é fumante e tinha asma na infância.
