QUANDO REFERENCIAR?
O acompanhamento deve ser em conjunto entre a equipe de saúde da família e a EMAD, quando indicado. Intercorrências que exigem intervenção rápida devem ser avaliadas quanto à possibilidade de serem tratadas no domicílio.
Esofagite por cândida, infecções oportunistas com estado geral preservado e feridas são algumas das situações clínicas, que podem ser acompanhadas no domicílio, lembrando-se de sempre avaliar a presença do cuidador, a autonomia da pessoa assistida e as condições socioeconômicas.
O diálogo entre a equipe da USF e a EMAD, quando indicada, deve sempre existir para que o seguimento clínico e acompanhamento sócio-familiar sejam compartilhados. No caso de se fazer necessário o acompanhamento em serviço hospitalar de maior complexidade, o encaminhamento não deve ser postergado.
