Assim como na primeira infância, a cárie e os outros agravos (gengivite e má-oclusão) nesta faixa estão relacionados a práticas e atitudes paternas, como hábitos de higiene e dieta e aos hábitos bucais. Diferente dos bebês, nas crianças de três a seis anos a maioria destes hábitos já estão instalados e, neste caso, a abordagem da equipe de saúde bucal deve ser na intenção de modificá-los ou mantê-los, caso sejam positivos.
As ações educativas de saúde bucal para os pré-escolares devem continuar a serem direcionadas aos pais e às pessoas que cuidam da criança, porém ela já pode participar desse processo. A escolha de espaços coletivos, como as creches e as escolas de educação infantil, são opções para o envolvimento das crianças, família e professores.



