Planejamento de ações na ESF
De acordo com o Ministério da Saúde, o planejamento de ações e avaliação de riscos em saúde da criança tem como objetivos:
Acompanhar o crescimento físico e o desenvolvimento neuropsicomotor e intelectual;
Ampliar a cobertura vacinal;
Promover a educação alimentar e nutricional;
Promover a segurança e a prevenção de acidentes;
Promover a atenção integral à saúde da criança e a suas famílias em situação de violência;
Estimular a promoção da saúde e a prevenção das doenças prevalentes na infância, de acordo com a realidade local;
Promover a saúde física e mental e a prática de atividades de lazer adequadas às faixas etárias;
Propiciar a socialização, estimulação cultural e adaptação da criança e do adolescente em seu meio social (BRASIL, 2012).
Menores de 2 anos (lactentes): estão sujeitos a riscos impostos por terceiros, como queimaduras, intoxicações, colisão de automóvel e quedas. Atenção: os meninos estão mais propensos a sofrer acidentes do que as meninas.
Pré-escolares (2 a 6 anos): sofrem mais atropelamentos, acidentes por submersão, quedas de lugares altos, ferimentos, lacerações e queimaduras.
Escolares (6 a 10 anos): podem ser vítimas de atropelamentos, quedas de bicicletas, quedas de lugares altos, traumatismos dentários, ferimentos com armas de fogo e lacerações.
Adolescentes: é de se ressaltar a elevada vulnerabilidade desse grupo às causas externas, em proporções mais significativas que no restante da população, uma vez que estas ocupam o primeiro lugar na mortalidade juvenil. Ex.: agressões (homicídios), acidentes de transportes terrestres, suicídios etc (BRASIL, 2012b).