Anestésicos
Os anestésicos locais são lipossolúveis e atravessam facilmente a membrana placentária. Eles estão classificados nas categorias B e C da FDA. A escolha do anestésico deve ser aquela que proporcione maior conforto para a gestante. Assim, sempre que possível, as soluções anestésicas devem conter um vasoconstrictor.
O uso dos vasoconstrictores retarda a absorção do sal anestésico para a corrente sanguínea, aumentando o tempo de duração da anestesia, reduzindo o risco de toxicidade para a mãe e o bebê e ainda tem ação hemostática (VASCONCELOS; VASCONCELOS; MAFRA, 2012; ANDRADE, 2014).
Observe abaixo as orientações para administração de anestésico local (VASCONCELOS; VASCONCELOS; MAFRA, 2012).
Deve ser feita por meio de uma injeção lenta da solução, com aspiração prévia, para evitar a injeção intravascular.
Usar a técnica anestésica adequada para evitar a necessidade de repetições, não devendo exceder a 2 tubetes (3,6 ml), por sessão de atendimento.