Sífilis

A evolução natural do processo infeccioso compreende quatro fases típicas: clique em cada fase abaixo e confira.

A sífilis é uma IST que em quase todos os casos é transmitida no contato de área genital, o contágio extragenital é raro. O período de incubação da sífilis costuma levar cerca de três semanas, embora possa durar entre dez dias a três meses. Acompanhe abaixo o diagnóstico e notificação, clicando nas abas:

A identificação do Treponema pallidum confirma o diagnóstico. A microscopia de campo escuro é a maneira mais rápida e eficaz para a observação do treponema, que se apresenta móvel. O diagnóstico sorológico baseia-se fundamentalmente em reações não treponêmicas e reações treponêmicas.

A prova de escolha na rotina é a reação de VDRL, que é uma microaglutinação que utiliza a cardiolipina. O resultado é dado em diluições, e esse é o método rotineiro de acompanhamento da resposta terapêutica, pois nota-se uma redução progressiva dos títulos. Sua desvantagem é a baixa especificidade, havendo reações falso-positivas em numerosas doenças. Rotineiramente, é utilizado o FTA-abs, que tem alta sensibilidade e especificidade, sendo o primeiro a positivar na infecção.

A sífilis congênita é doença de notificação compulsória e de investigação obrigatória. A sífilis adquirida deve ser notificada de acordo com as normas estaduais e/ou municipais. A Coordenação Nacional de IST e AIDS, do Ministério da Saúde, selecionou fontes de informações específicas em conjunto com estados e municípios para as IST, visando o aprimoramento da sua vigilância.