GORDIS, L. Epidemiologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2010.
Prevalência
São fatores que interferem nas taxas de prevalência: doentes novos, doentes que imigram, presença de cura e óbitos, bem como doentes que emigram. Esses fatores devem sempre ser considerados.
A prevalência pode ser vista como uma parcela da população em um determinado momento, no qual se determina quem apresenta a doença e quem não apresenta. Entretanto, fazendo isso, não estamos determinando quando a doença se desenvolveu.

Assim, quando pesquisamos a prevalência de uma doença, geralmente não levamos em conta a duração da doença. Consequentemente, o numerador da prevalência inclui uma mistura de pessoas com diferentes durações de doença e, como resultado, não temos uma medida de risco.
Assim, se quisermos medir o risco, devemos utilizar a incidência, pois em contraste com a prevalência ela inclui somente casos ou eventos novos e um período de tempo determinado, durante o qual esses eventos ocorreram (GORDIS, 2010).
Referências
GORDIS, L. Epidemiologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2010.