Avaliação neural e do grau de incapacidade física

Os casos com suspeita de hanseníase neural pura e aqueles que apresentam área com alteração sensitiva e/ou autonômica duvidosa sem lesão cutânea evidente, deverão ser encaminhados para unidades de saúde de referência para confirmação diagnóstica (BRASIL, 2016). Clique nos números para saber quais exames constituem os critérios convencionais para diagnóstico da hanseníase:

Os critérios convencionais para confirmação laboratorial do diagnóstico nas unidades de referência são constituídos pelos exames baciloscópicos e histopatológicos que só revelam a doença já polarizada e em geral já identificável por suas características clínicas.

A baciloscopia é de execução simples e de baixo custo, porém necessita de laboratório e profissionais treinados. Quando positiva, demonstra diretamente a presença do M. leprae e indica o grupo de pacientes mais infectantes. A sorologia não pode ser usada como diagnóstico para hanseníase, pois tem baixíssima sensibilidade entre os pacientes PB.

Os exames eletrofisiológicos e/ou outros mais complexos como o esfregaço dérmico, ultrassonografia e ressonância são indicados para identificação de comprometimento cutâneo ou neural e para auxílio no diagnóstico diferencial com outras neuropatias (BRASIL, 2016).

Para as crianças e os adolescentes é exigida uma avaliação mais criteriosa para o diagnóstico de hanseníase. Saiba o porquê clicando aqui.