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BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância em Saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2016. Disponível em: http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/....
Tratamento das reações hansênicas
O tratamento mais indicado para a reação hansênica tipo II é a utilização da talidomida; quando não for possível, deve-se iniciar tratamento com corticoides. A avaliação e tratamento das reações hansênicas deve seguir o fluxograma abaixo. Clique nos botões cinzas e acompanhe as condutas adequadas para cada situação:
Reações hansênicas
Reação tipo 1
Reação tipo 2
Tratamento (Prednisona 1,0 mg/kg/dia)
Tratamento (Talidomida 100-400 mg/dia)
Acompanhamento
Melhora
Piora
Referências
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância em Saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2016. Disponível em: http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/....
Tratamento (Reação tipo 1)
Corticosteroides – prednisona 1,0mg/kg/dia. Uso prolongado de corticoides exige: controle de pressão arterial, glicemia, pressão intraocular, parasitoses intestinais, infecções intercorrentes e reposição de cálcio
Tratamento (Reação tipo 2)
Talidomida: 100 a 400mg/dia. Na imposibilidade de uso de talidomida, corticosteroides 1,0mg/kg/dia. Uso prolongado de corticoides exige: controle de pressão arterial, glicemia, pressão intraocular, parasitoses intestinais, infecções intercorrentes e reposição de cálcio. A talidomida é proibida para mulheres grávidas ou em risco de engravidar.
Acompanhamento
Exame dermatoneurológico, avaliação neurológica simplificada a cada 30 dias, orientação para autocuidado.
Melhora
Avaliar a diminuição da dose do corticoide e/ou talidomida e encaminhar para unidade de referência para avaliar necessidade de descompressão neural.
Piora
Utilizar corticosteroide em casos de neurite e nos casos de estados reacionais graves encaminhar para internação hospitalar.