BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim epidemiológico Sífilis. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2016. Disponível em: repocursos.unasus.ufma.br/vigilancia_20161/ist/.... Acesso em: 12 abr. 2017.
Clique na imagem abaixo e veja o gráfico com a taxa de incidência de sífilis congênita em menores de 1 ano de idade (por 1.000 nascidos vivos) por região de residência e ano de diagnóstico.
Conforme mostra o gráfico, em 2015, observou-se uma taxa de incidência de 6,5 casos/mil nascidos vivos no Brasil. Clique nos números e acompanhe a análise dos dados.
As regiões Nordeste, Sudeste e Sul apresentaram as maiores taxas (6,9 casos/mil nascidos vivos), seguidas das regiões Centro-Oeste (4,5 casos/mil nascidos vivos) e Norte (4,4 casos/mil nascidos vivos).
No Brasil, em geral, nos últimos 10 anos, em especial a partir de 2010, houve um progressivo aumento na taxa de incidência de sífilis congênita: em 2006, a taxa era de 2,0 casos/mil nascidos vivos; e em 2015, subiu para 6,5 casos/mil nascidos vivos.
Referências
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim epidemiológico Sífilis. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2016. Disponível em: repocursos.unasus.ufma.br/vigilancia_20161/ist/.... Acesso em: 12 abr. 2017.