Tópico 4 - Capacitação da equipe
Veja a seguir o quadro com algumas estratégias tanto para a capacitação como para a educação permanente, baseadas nos Cadernos de Atenção Domiciliar: (clique nos tipos de capacitação e veja mais detalhes)
Ações de Educação Permanente
Tem como objetivo efetivar a implantação e a qualificação do SAD no contexto da rede de atenção do município, por meio da análise de indicadores, apresentação de casos, estudo de casos-controle, estudo de eventos sentinela, baseados nos dados dos pacientes que são atendidos na rede. São definidas as responsabilidades de cada ponto de atenção e são pactuados os encaminhamentos a partir do diagnóstico dos problemas. Para que seja um local de discussão, aprendizado e aperfeiçoamento contínuos, sua viabilização se dará preferencialmente por meio da criação de um espaço virtual de acesso exclusivo pelos profissionais e gestores dos serviços envolvidos.
Conteúdo: Análise de indicadores, apresentação de casos, estudo de casos-controle, estudo de eventos sentinela, constituídos a partir dos pacientes que transitam na rede.
Público-alvo: Gestores e profissionais que compoẽm a rede de atenção à saúde e complementam o cuidado em AD(AB, UPA, hospitais, regulação, SAMU, distritos sanitários, etc).
Conteúdo: Análise de indicadores, apresentação de casos, estudo de casos-controle, estudo de eventos sentinela, constituídos a partir dos pacientes que transitam na rede.
Público-alvo: Gestores e profissionais que compoẽm a rede de atenção à saúde e complementam o cuidado em AD(AB, UPA, hospitais, regulação, SAMU, distritos sanitários, etc).
As unidades solicitantes são aquelas que realizam encaminhamento de pacientes para o SAD, e por isso devem conhecer os protocolos e fluxos preestabelecidos dentro da rede de assistência. Essas reuniões, que devem ser periódicas, consistem numa estratégia de aprimoramento destas relações, com o objetivo de qualificar a assistência, efetivar e aprimorar esses protocolos e fluxos de encaminhamentos relacionadas à AD, com revisão e readequação dos critérios quando necessário.
Conteúdo: Qualificação de assistência; aprimoramento dos protocolos e fluxos de encaminhamento.
Público Alvo: Gestores e profissionais que compoẽm a rede de atenção à saúde e complementam o cuidado em AD(AB, UPA, hospitais, regulação, SAMU, distritos sanitários, etc).
Conteúdo: Qualificação de assistência; aprimoramento dos protocolos e fluxos de encaminhamento.
Público Alvo: Gestores e profissionais que compoẽm a rede de atenção à saúde e complementam o cuidado em AD(AB, UPA, hospitais, regulação, SAMU, distritos sanitários, etc).
Reuniões periódicas de equipes que pode ser divida em duas categorias:
Reunião de uma equipe, reunião entre uma EMAP e as EMADs que apoia, ou reunião do coordenador com todas as equipes do SAD: seu objetivo seria de planejar e avaliar o processo de trabalho a partir da análise de indicadores, da discussão de casos clínicos, elaboração de projetos terapêuticos e discussão sobre os conflitos/tensões cotidianos. Este espaço ajudaria a identificar soluções e encaminhamentos para os problemas e desafios cotidianos a adequar o processo de trabalho, a aprender com os erros e acertos e a construir grualidade, através de disseminação dos saberes, troca de experiencias, construção coletiva de projetos e protocolos assistenciais e capacitações. Cada equipe também pode realizar sua própria reunião, definida a partir de suas próprias necessidades, desde que pactuada com o coordenador do SAD e com periodicidade definida previamente.
Discussão de casos com outros pontos de atenção (equipes do SAD e outras equipes da rede de atenção): seu objetivo seria de discutir situações específicas do processo de trabalho e gestão do cuidado, com enfoque nos casos mais complexos. Na perspectiva do apoio matricial, por exemplo, as equipes do NASF, juntamente com as equipes de Saúde da Família, podem oferecer retaguarda assistencial e suporte técnico pedagógico às equipes do SAD, atuando de forma compartilhada e integral no cuidado à saúde.
Conteúdo: Análise de indicadores, discussão de casos clínicos, elaboração de projetos terapêuticos e discussão sobre os confiltos/tensões cotidianos.
Público Alvo: Profissionais das equipes de AD1, AD2 e AD3.
Reunião de uma equipe, reunião entre uma EMAP e as EMADs que apoia, ou reunião do coordenador com todas as equipes do SAD: seu objetivo seria de planejar e avaliar o processo de trabalho a partir da análise de indicadores, da discussão de casos clínicos, elaboração de projetos terapêuticos e discussão sobre os conflitos/tensões cotidianos. Este espaço ajudaria a identificar soluções e encaminhamentos para os problemas e desafios cotidianos a adequar o processo de trabalho, a aprender com os erros e acertos e a construir grualidade, através de disseminação dos saberes, troca de experiencias, construção coletiva de projetos e protocolos assistenciais e capacitações. Cada equipe também pode realizar sua própria reunião, definida a partir de suas próprias necessidades, desde que pactuada com o coordenador do SAD e com periodicidade definida previamente.
Discussão de casos com outros pontos de atenção (equipes do SAD e outras equipes da rede de atenção): seu objetivo seria de discutir situações específicas do processo de trabalho e gestão do cuidado, com enfoque nos casos mais complexos. Na perspectiva do apoio matricial, por exemplo, as equipes do NASF, juntamente com as equipes de Saúde da Família, podem oferecer retaguarda assistencial e suporte técnico pedagógico às equipes do SAD, atuando de forma compartilhada e integral no cuidado à saúde.
Conteúdo: Análise de indicadores, discussão de casos clínicos, elaboração de projetos terapêuticos e discussão sobre os confiltos/tensões cotidianos.
Público Alvo: Profissionais das equipes de AD1, AD2 e AD3.
Tem como objetivo qualificar o processo de trabalho na AD, discutindo temas demandados pelos profissionais a partir das experiências, dúvidas, ou dificuldades identificadas na prática. Além disso, a coordenação do SAD pode sugerir temas como:
Público Alvo: Profissionais das equipes de AD2 e AD3.
- O desafio do cuidado continuado no SUS;
- Limites e compartilhamento da Atenção Domiciliar feita na AB e SAD;
- Intersetorialidade: como fortalecê-la?;
- Cuidando do cuidador;
- Terminalidade da vida: cuidados paliativos e fluxo para óbito;
- Abordagem peculiar ao idoso frágil domiciliado;
- Desospitalização: o quê, como, quando e para quem.
Público Alvo: Profissionais das equipes de AD2 e AD3.
A educação permanente dos cuidadores consiste no acompanhamento e suporte fornecidos pelo serviço de saúde para qualificar o cuidado prestado, assim como minimizar as dificuldades inerentes a essa atividade, por meio da escuta ativa, de ações educativas, da criação de espaços coletivos ou grupos de apoio. As oficinas pedagógicas são espaços nos quais os cuidadores conversam, aprendem, compartilham experiências, angústias, medos e dificuldades. As pessoas do grupo formam uma rede de apoio social, já que todos estão unidos pelo mesmo motivo. Podem ser realizadas na própria comunidade, facilitando assim a participação dos cuidadores e a aproximação da realidade local.
Conteúdo: Trocas de experiências.
Público Alvo: Cuidadores.
Conteúdo: Trocas de experiências.
Público Alvo: Cuidadores.
