DOENÇA VASCULAR PERIFÉRICA

UFC
CASO CLÍNICO



Maria da Conceição tem 48 anos, é diabética, insulinodependente, já com retinopatia diabética. Tem acuidade visual bem limitada e relata que só enxerga vultos. O serviço de cirurgia vascular do hospital onde ela ficou internada por um mês solicitou acompanhamento pela EMAD.

A paciente não deixava a filha realizar curativos em feridas no quinto, quarto e terceiro pododáctilos do pé esquerdo, pois relatava que sente dor intensa no local. Esteve internada para realização de dois desbridamentos e iniciados curativos com produtos para finalizar o desbridamento quimicamente e estimular a granulação do tecido.

Ademais, a paciente recebeu alta usando heparina de baixo peso molecular em dose terapêutica (duas aplicações diárias) devido ao quadro de Trombose Venosa Profunda (TVP), pois em ambiente hospitalar não conseguiram deixar o INR entre 2 e 3 com uso de Marevam® (nem sempre a paciente permitia dosar o INR).