Concluindo...
A doença renal impõe à pessoa uma nova concepção de vida tendo em vista a demanda de tempo que terá que dedicar ao processo de tratamento.
IMPORTANTE:
Segundo estudo de TIMM (2013), as famílias que convivem com um de seus membros em diálise peritoneal no domicílio necessitam adaptar-se e organizar-se diante da situação de doença do familiar, desenvolvendo estratégias que possam viabilizar o cuidado e a assistência devida.
Nesta perspectiva, algumas famílias podem contar com a colaboração de outras pessoas para dar seguimento a essas atividades ou buscam constantes ajustes entre a realização das atividades e o tratamento, enquanto outras, diante da impossibilidade de conciliar especialmente as atividades laborais, optam-se em dedicar-se ao cuidado do familiar.
